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Aspirina 500

Desde a sua síntese em 1897, até aos nossos dias, a Aspirina converteu-se num dos medicamentos mais presente na farmácia doméstica.

 

Mas, o que é a Aspirina?  Quais as são as suas indicações?  Que apresentações tem?

Nesta página pode ficar a saber desde o que é o ácido acetilsalicílico , as suas indicações, princípio activo, até aos produtos da gama Aspirina.

 

Principio Activo

A Aspirina contém um único princípio activo: o ácido acetilsalicílico.

 

Félix Hoffman sintetizou em 1897, o ácido acetilsalicílico: um princípio activo cujas primeiras e mais conhecidas indicações são analgésico, antipirético e anti-inflamatório.

 

É eficaz e bem tolerado.

 

É um éster acetilado do ácido salicílico. O processo de sintese consiste em tratar o ácido salicílico com ácido acético, na presença de um pouco de ácido sulfúrico que actua como catalizador.

 

Foi em 1897 quando o químico alemão Félix Hoffman conseguiu sintetizar, pela primeira vez, numa formulação pura e estável o ácido acetilsalicílico.
Os cristais são alargados, de sabor ligeiramente amargo e de cor esbranquiçada.

 

A eficácia terapêutica como analgésico e anti-inflamatório foi descrita em 1899 pelo farmacologista alemão Heinrich Dreser.



O que é a dor e como se processa?

Dor de cabeça, dor menstrual, dor muscular...

 

São os tipos de dores que se apresentam na nossa vida quotidiana mas o que é a dor e como se processa?

 

A dor é uma sensação causada pela estimulação de um nervo, seja por um processo patológico, infeccioso, uma queimadura ou ferida que lesione directamente a terminação nervosa.

 

É através do nervo que o estímulo chega à espinal medula. Transmite ao cérebro que ao interpretar o estímulo nervoso faz-nos sentir a dor. O processo de interpretação é diferente para cada pessoa e varia consoante a idade ou outras dores sofridas, por isso, cada um sente a dor de uma forma própria tolerando-a melhor o pior.

 

No diagnóstico de uma doença, a dor é considerada como um sinal de alarme. É como se o corpo nos induzisse a reagir e accionasse o estímulo da dor. Em determinadas situações é possível eliminar ou tratar a causa da dor, mas noutras apenas se faz o necessário para aliviá-la.